Entrevista com Luiz Fernando, gerente regional da Toner Print

14051665 1367021383326234 227171433963337225 N

Fundada em 1995, a Toner Print busca aliar tecnologia e sustentabilidade na fabricação e distribuição de cartuchos e toners remanufaturados ou compatíveis para impressoras, além de ter a liderança na prestação de serviços de outsourcing de impressão. Com sede própria na cidade de Curitiba e filiais no centro da capital paranaense, em São Paulo, Campinas, e Joinville e no Rio de Janeiro, localizada no Flamengo Park Towers. Conversamos com Luiz Fernando, gerente regional da empresa.  Formado em letras, direito e gestão em processo de qualidade com histórico na área comercial, ele nos contou um pouco como é o processo de trabalho na empresa e como ele vê o mercado atualmente e as expectativas para o futuro.

Luiz Fernando, conte um pouco da sua experiência e da sua atuação na Toner Print.

A Toner Print aqui é uma filial, a matriz fica em Curitiba e atuamos na ponta, fazendo toda a parte operacional, logística e comercial. A empresa tem uma equipe com 14 colaboradores, atuamos em 4 regiões do Brasil e o objetivo é a expansão nacional, meu papel está nesse aporte da região sudeste e a nordeste e previsão de negócios.

Um dos focos da Toner Print é o Outsourcing de impressão. Você pode nos explicar um pouco sobre esse processo?

Não só atuamos na área de outsourcing de impressão, nós temos a divisão de consumidor final (pessoas física e jurídica). O objetivo é gerar uma gestão no processo de impressão da empresas em diversos nichos de mercado e segmentos. Além dessa gestão e controle e redução de custos, a intenção é fazer a terceirização do quadro operacional de hardware. Nosso projeto mostra ao cliente o quadro com o custo operacional e o quanto podemos reduzir, gerando uma melhoria nos processos de impressão deles.

Já que você tocou no tema da redução de custos, você acredita que as novas tecnologias estão alterando a relação das grandes empresas com o consumo de papel?

O mercado vem buscando essa redução através de programas, softwares que geram a redução de papel, mas é um processo embrionário. Nos países de primeiro mundo já é um processo um pouco mais avançado. Ainda acredito que a impressão física será muito forte nos próximos anos.

Você ainda nota um grande desperdício de papel por parte das empresas?

Muito mesmo. E isso é um ponto positivo do nosso projeto, pois nós identificamos bastante desperdício. Tantos os equipamentos que nós ofertamos, como o gerenciamento desse controle faz com que o cliente chegue a uma redução de até 30% no custo de impressão.

Existe um trabalho de conscientização?

Sempre que há uma implementação nós disponibilizamos ao cliente nós mostramos uma apresentação ao cliente mostrando os benefícios ao meio ambiente que resultam da diminuição do desperdício de papel. Como temos certificação ISO, entramos com nosso trabalho de reciclagem e redirecionamento desses consumíveis utilizados nas máquinas para que eles não poluam o meio ambiente.

A crise econômica enfrentada pelo país afetou o seu setor especificamente?

Poderia dizer que no final do ano passado e início desse ano fomos um pouco afetados sim, mas tivemos uma boa retomada a partir de fevereiro. Acredito que mesmo com a crise, o nosso nicho de mercado é necessário.